Loucura

Minha dose de cama, minha voz ao vazio. Tudo que eu sinto quando o toque é dedilhado. Minha paz, meu certo e errado. Meu jeito de sorrir diante do caos.

Defino, em mil palavras, o que sinto num só corpo. E é pouco, bem pouco. Faz sentido comigo, mas faz com os loucos. E enlouquece, quebra sensações.

Limpa meu escuro, limpa o impuro. Minha própria dose de mundo. Meu canto, refúgio, meu jeito único de sobreviver. Meu jeito de sorrir diante do caos, diante de mim. De viver.

Meu jeito de viver.
Você.

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