Meu infinito sou eu

Que digam o que quiserem, que ponham a culpa em algum filme. Que falem das estrelas, do posicionamento dos astros e das religiões. Que continuem afirmando que o destino é quem diz. 

Que venham os românticos com a ideia do drama e os engraçadinhos ligando felicidade e humor. Que continuem tentando me fazer acreditar que acreditar é só questão de fé, não de fé e de ser. Que tragam flores, presentes, bombons. Que pensem que explicam o amor. 

Que venham as tardes frias, a graça da neblina. A simplicidade do vendedor de rua e a sonoridade do cachorro do vizinho. Que venham, que continuem vindo. Que venha o canto dos pássaros e a sensação de dever cumprido.

Sou eu que escolho acreditar. 



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